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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

4º bimestre!!!

Estamos agora na reta final desse ano letivo!
Esse bimestre iremos fazer um trabalho individual que será uma pesquisa ilustrada.
Escolha um dos temas estudados nesse blog, durante esse ano e desenvolva uma dissertação ( mínimo 20 linhas) e a ilustre.
Caprichem na capa e na bibliografia.
Trabalho M A N U S C R I T O!!!
ENTREGA DIA 04 DE NOVEMBRO

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

DEPENDÊNCIA

 ENTREGA DIA 10 DE OUTUBRO
 UM TEMA DIFERENTE PARA CADA BIMESTRE
 ESCOLHER QUATRO TEMAS DIFERENTES
 PARA CADA UM DELES, FAZER UMA PESQUISA ILUSTRADA, SEGUIDA DE UMA REDAÇÃO COM 25 LINHAS.
 ENCADERNAR OU COLOCAR EM PASTA COM FOLHAS DE PLÁSTICO.
 A força da mulher
 como a mulher é cada vez mais valorizada no mundo do esporte.

 A utilização do jogo esportivo na Educação Física

 Atividade física saudável
 Dicas para quem deseja melhorar sua saúde através da prática de atividades físicas.

 Atletismo
 a história do esporte mais tradicional, o atletismo na atualidade, o atletismo brasileiro e seus principais resultados, biografia dos principais atletas olímpicos, modalidades e suas regras.

 Doping no esporte
 Os anabolizantes usados para aumentar massa muscular e desempenho do atleta podem causar danos irreversíveis a saúde. Saiba o que é doping e quais os perigos que o uso dos anabolizantes pode causar no organismo humano.

 Educação Física e mídia
 a mídia lança modismos que não devem ser incorporados e que a concepção estética é baseada na autoestima, ou seja, o conceito de beleza depende mais do autoconhecimento e da aceitação de si mesmo do que de medidas definidas pelos meios de comunicação.

 Educação Física

 Emagrecimento e saúde

 Exercício físico e saúde

 Lesões em esportes

 Menstruação e Atividade Física
 Explicações sobre a influência do esporte sobre a menstruação

 Musculação para adolescentes: sim ou não?
 benefícios da musculação para os adolescentes em fase de crescimento

 Os combustíveis do exercício físico
 como obtemos energia a partir de moléculas presentes em alimentos ou no próprio corpo

 Antidoping
 Informações sobre o uso de medicamentos no esporte, aspectos históricos do doping, substâncias e métodos proibidos

 Jogos Olímpicos
 Origem dos Jogos

 Futsal
 histórico sobre o futsal no mundo e no Brasil, suas regras e os principais títulos da seleção brasileira.

 Ginástica Olímpica
 Histórico, curiosidades, regras e muitas outras informações sobre essa modalidade esportiva.

 Handebol
 a origem do handebol, a trajetória deste esporte na quadra, o handebol no Brasil, detalhes para a iniciação de sua prática, informações ao professor e suas regras

 Hipismo
 a história desse nobre esporte, como foi difundido no Brasil, dicas para iniciantes, principais termos técnicos e as regras das provas de hipismo.

 Iatismo
 Origem do iatismo, sua chegada ao Brasil, as atuais categorias olímpicas, conselhos aos iniciantes que pretendem praticar iatismo e suas regras.

 Ideais Olímpicos em baixa
 o que mudou, ao longo do tempo, com relação aos ideais olímpicos.

 Judô
 Como surgiu o esporte, sua chegada ao Brasil, as regras filosóficas e oficiais, especificações técnicas, dicas e sites sobre o assunto.

 Levantamento de Peso
 a história desse esporte olímpico no Brasil e no mundo, conselhos para quem pretende iniciar a prática do levantamento de peso, principais termos usados e suas principais regras.

 Luta Olímpica
 a origem da luta olímpica, como teve início no Brasil, dicas para iniciantes, glossário com termos técnicos e principais regras desse esporte.

 Montanhismo
 Todas as informações sobre este esporte radical.

 Nado Sincronizado
 origens até a atualidade, o nado sincronizado no Brasil, dicas para iniciantes e suas principais regras.

 Natação
 Conheça mais sobre essa modalidade olímpica que teve sua origem nos mares e rios

 Pentatlo
 o esporte mais completo do mundo que é composto por cinco modalidades esportivas, dicas para iniciantes, os principais termos técnicos e as regras desse esporte de forma simplificada.

 Remo
 a história de um dos primeiros esportes modernos, sua introdução no Brasil, categorias, dicas para iniciantes da prática do remo, principais termos técnicos e suas regras.

 Saltos Ornamentais
 a história dessa modalidade olímpica, seus principais termos técnicos, dicas para iniciantes da prática desse esporte e a regulamentação dos saltos ornamentais.

 Softbol
 principais termos técnicos e suas regras de forma simplificada.

 Taekwondo
 arte marcial oriental, seu desenvolvimento no Brasil, princípios morais, glossário com termos técnicos, dicas para iniciantes e regras básicas.

 Tênis de campo
 regras, origem e história do tênis no Brasil e no mundo.

 Tênis de mesa
 origens desse esporte no Brasil e no mundo, dicas para iniciantes, principais termos técnicos e as regras do tênis de mesa.

 Tiro com Arco
 História do tiro com arco, a prática desse esporte no Brasil, especificações técnicas, regras e dicas para iniciantes.

 Tiro esportivo
 Conheça a origem do tiro esportivo, como foi introduzido no Brasil, terminologias usuais, dicas para aqueles que pretendem iniciar a prática desse esporte e regras de competições oficiais.

 Triatlo

 Vôlei de praia
 como surgiu o vôlei de praia, como o Brasil tornou-se uma potência nesse esporte, dicas para iniciantes, principais termos técnicos e suas regras de forma simplificada.

 Voleibol

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

TRABALHO 3º BIMESTRE


ESSA IMAGEM TRADUZ UMA INGESTA DE GLICOSE E GORDURA...EXAGERADA, NÃO?
QUAL SERIA A IMAGEM MAIS COERENTA COM A A ALIMENTAÇÃO DE UM ADOLESCENTE?
DESENHE UMA TIRINHA DIVERTIDA EM UMA FOLHA BRANCA E COLE NO CADERNO ( ESCLARECENDO, TIRNHA É UMA HISTÓRIA EM NO MÁXIMO TRÊS QUADRADINHOS, COMO SE VÊ NO JORNAL).
ENTREGA DIA 03/09.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Olha que figura interessante, boa para estudos futuros

Texto enriquecedor

Maioria dos adolescentes é sedentária; um terço está acima do peso
Fonte: Folha.compublicidade

Pelos critérios da Organização Mundial de Saúde, menos da metade dos adolescentes brasileiros podem ser considerados ativos do ponto de vista físico. Quase um terço deles está acima do peso.

As causas apontadas para a inatividade vão do hábito de ficar em frente à TV ou ao computador até a falta de segurança para brincar na rua.

O dado é de um estudo da Universidade Federal de Pelotas (RS) que avaliou 4.325 jovens entre 14 e 15 anos.

Só 48% praticam os 300 minutos de atividade física semanal recomendados pela OMS -cerca de uma hora por dia. E os meninos são duas vezes mais ativos do que as meninas.

Os resultados podem ser extrapolados para o país, e equivalem ao cenário mundial: pesquisa da OMS feita em 34 países mostra que só 24% dos meninos e 15% delas preenchem os critérios mínimos recomendados.

EDUCAÇÃO FÍSICA

Para chegar à conclusão, os pesquisadores brasileiros avaliaram a prática de atividade física de lazer (como futebol, natação, skate etc.); a atividade física de deslocamento, que considera se o jovem costuma ir à escola a pé ou de bicicleta; e a soma desses dois hábitos.

Segundo o educador físico Samuel Dumith, autor do estudo, as aulas de educação física não foram consideradas porque elas não são feitas nem em quantidade nem em qualidade necessárias para promover benefícios à saúde.

"Os adolescentes não levam a educação física a sério e fazem os exercícios sem intensidade e regularidade."

Apesar de a pesquisa mostrar que 75% dos adolescentes fazem alguma atividade de lazer e que 73% deles caminham ou vão de bicicleta até a escola, o estudo provou que as duas ações juntas não alcançam o mínimo recomendado de exercício.

"Os jovens priorizam as atividades sedentárias, e isso é muito preocupante. Eles estão acima do peso e ficam, em média, quatro horas por dia em frente à TV, ao videogame ou ao computador, enquanto se dedicam menos de uma hora por dia para os exercícios", afirma Dumith.

Para Marlos Domingues, outro autor do trabalho, a falta de segurança explica parte dessa situação. Além disso, o nível de sedentarismo entre os pais também é alto, o que pode acabar influenciando os hábitos dos "teens".

"Já não se brinca na rua. A pessoa depende de alguém para levá-la às escolinhas de esportes", diz Domingues, que é educador físico.

Para ele, os resultados são "uma surpresa" porque, nessa faixa de idade, é difícil sofrer falta de tempo para justificar a pouca atividade.

"A surpresa fica por conta da tragédia que esperamos daqui a alguns anos. Todos serão sedentários", diz Timóteo Araújo, educador físico que dá assessoria ao programa Agita São Paulo.

Domingues concorda. "Os prejuízos à saúde só serão vistos mais tarde. A chance de continuarem sedentários na idade adulta é altíssima."

por FERNANDA BASSETTE e GABRIELA CUPANI

terça-feira, 8 de junho de 2010

Outro texto sobre sistemas energéticos

Novamente e por outros meios , vamos tentar entender a obtenção de energia do nosso corpo para a atividade física e outros fins, observe a imagem e leia o texto e reescreva-o em 10 linhas, ok?
Entrega dia 21.06, no caderno!!!





GLICÓLISE

A molécula de glicose é quimicamente inerte. Assim, para que a sua degradação se inicie, é necessário que esta seja activada através da energia fornecida pelo ATP.

Segue-se um conjunto de reacções que levam à degradação da glicose até ácido pirúvico, com formação de ATP e NADH.

A glicolise compreende: Uma fase de activação durante a qual é fornecida energia à glicose para que esta se torne quimicamente activa e dê início ao processo de degradação. Assim:

- A glicose é fosforilada por 2 ATP, formando-se frutose-difosfato;

- A frutose-difosfato se desdobra em duas moléculas de aldeído fosfoglicérico (PGAL).

Segue-se uma fase de rendimento durante a qual, a oxidação dos compostos orgânicos permite libertar energia que é utilizada para formar ATP. Assim:

- O PGAL é oxidado, perdendo 2 hidrogénios (2e- + 2H+), os quais são utilizados para reduzir a molécula de NAD+, formando-se NADH + H+;

- Formam-se 4 moléculas de ATP;

- Após estas reacções, forma-se ácido pirúvico (ou piruvato), uma molécula que contém, ainda, uma elevada quantidade de energia química.



No final da glicólise, restam:

- 2 moléculas de NADH;

- 2 moléculas de ácido pirúvico;

- 2 moléculas de ATP (formam-se 4, mas 2 são gastas na activação da glicose).



O rendimento energético da glicólise é muito pequeno comparado com a energia total da glicose.

Duas moléculas de ATP correspondem apenas a cerca de 14 kcal/mole, enquanto que se a glicose em laboratório for completamente oxidada formando H2O e CO2, liberta, sob a forma de calor, 686 kcal/mole.

Assim, as moléculas de ATP formadas directamente na glicólise representam apenas cerca de 2% da energia total da glicose. São as duas moléculas de NADH, e especialmente as duas moléculas de ácido pirúvico, que contêm a maior parte da energia química inicialmente proveniente na glicose.

O aproveitamento da energia contida no ácido pirúvico depende da organização estrutural das células e da existência ou não de oxigénio no meio.

A redução do ácido pirúvico (piruvato), em condições de anaerobiose, faz-se pela acção do NADH, formado durante a glicólise, e pode conduzir à formação de diferentes produtos. Assim, existem vários tipos de fermentação, cujas designações indicam o produto final: fermentação alcoólica (álcool etílico), fermentação láctica (ácido láctico), fermentação acética (ácido acético) e fermentação butírica (ácido butírico).

Dada a sua relevância económica e frequência de ocorrência, destacaremos a fermentação alcoólica e a fermentação láctica.



Fermentação alcoólica

Os produtos finais da fermentação alcoólica e da fermentação láctica diferem em função das reacções que ocorrem a partir do ácido pirúvico.

Na fermentação alcoólica, o ácido pirúvico, resultante da glicólise, composto com 3 C, experimenta uma descarboxilação, libertando-se CO2 e originando um composto com 2 C, aldeído acético, o qual, por redução origina etanol (álcool etílico) composto com 2 C. Essa redução é devida a uma transferência de hidrogénios do NADH formado durante a glicólise, o qual fica então na sua forma oxidada, o NAD+, podendo ser de novo reduzido.

O rendimento energético da fermentação alcoólica é de 2ATP formados durante a glicólise. Grande parte da energia da glicose permanece no etanol, um composto orgânico altamente energético.

A fermentação alcoólica é realizada por diversas células, sendo aplicada na industria de produção do álcool. As leveduras do género Saccaromyces são utilizadas na produção de vinho, de cerveja e de pão. No caso do vinho e da cerveja, interessa, sobretudo, o álcool resultante da fermentação. No caso da indústria de panificação, é o dióxido de carbono que interessa. As bolhas deste gás contribuem para levedar a massa, tornando o pão leve e macio.

Fermentação láctica


Na fermentação láctica, o ácido pirúvico experimenta uma redução ao combinar-se com o hidrogénio transportado



pelo NADH que se forma durante a glicólise. Origina-se, assim, ácido láctico composto com 3 C, tendo sido reciclado o NAD+, livre, então, para outras reacções de oxirredução.

O rendimento energético na fermentação láctica é também de 2 ATP sintetizados durante a glicólise. Tal como o etanol, o ácido láctico é uma molécula rica em energia.





A fermentação láctica é efectuada por diversos organismos, alguns dos quais são utilizados na indústria alimentar, nomeadamente, no sector dos lacticínios. O ácido láctico altera o PH do meio, sendo por isso responsável pela coagulação das proteínas – processo fundamental para o fabrico de derivados do leite, como o iogurte.

Em caso de exercício físico intenso, as células musculares humanas, por não receberem oxigénio em quantidade suficiente, podem realizar fermentação láctica, além da respiração aeróbia. Desta forma, conseguem sintetizar uma quantidade suplementar de moléculas de ATP.

A acumulação de ácido láctico nos músculos é responsável pelas dores musculares que surgem durante estes períodos de intenso exercício. O ácido láctico, assim formado, é rapidamente metabolizado no fígado, sob pena de se tornar altamente tóxico para o nosso organismo.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Texto novo para estudos

METABOLISMO ENERGÉTICO NO TRABALHO MUSCULAR E SUA APLICAÇÃO NO TREINO
No início de qualquer atividade física predomina o ATP. LANCHA JUNIOR (1996) afirma que, imediatamente após o início do exercício, a energia utilizada é o ATP-CP. Segundo o professor de fisiologia do exercício Fernando Augusto Monteiro Saboia Pompeu (comunicação pessoal, março de 1994), esse acontecimento se deve à ressíntese do ATP pela quebra do CP. HOCHACHKA (1999) diz que a enzima creatinafosfoquinase (CPK) controla a quebra do CP. O metabolismo ATP-CP predomina até 30 segundos, em seguida o sistema glicolítico prevalece no exercício. Hultman (1967), citado por LANCHA JUNIOR (1996), informa que o carboidrato é a fonte de energia do metabolismo glicolítico, mas FOX et al. (1991) avisam que esse carboidrato é transformado em glicose, a fim de ser usado, ou convertido, em glicogênio para ser armazenado no fígado e nos músculos.
Metabolismo Energético
Tempo Predominante do Metabolismo/ Tempo de Restauração Energética/Ação no Intervalo / Capacidade Física Correspondente
ATP 1 a 6`` (um estímulo) força explosiva
ATP-CP 1 a 30`` 30`` - 70%
1` - 80%
2 a 3` - 90%
4 a 5` - 100%
(soltura,movimentar braços e pernas;andar,força explosiva,força dinâmica,velocidade)
Glicolítico 30`` a 3` exercícios intervalados intensos com pouca duração
30` - restauração significante
2 h – 39% ; 5 h – 53% e 24 h – 100%
(exercícios contínuos de baixa,intensidade e longa duração)
10 h – 60 % ; 48 h – 100%
exercícios de musculação e ginástica localizada
10 h – 60%; 24 a 48 h – 100%
(andar rápido,andar rápido e movimentar os braços,trote a 44% do VO2 máx (melhor intensidade para a remoção do AL), resistência, muscular,localizada (RML),resistência de alta intensidade do tipo 3)
Aeróbio 3` em diante 10 a 15`` (restauração curta)
1 a 5` (restauração média)
1 h ou vários dias (restauração longa)
(soltura,movimentar braços e pernas,andar,andar e movimentar os braços,trote a 50% do VO2 máx (melhor intensidade para manter o estímulo de treinamento aeróbio),resistência aeróbia,endurance muscular.
Metabolismo
Energético
Tempo Predominante
do Metabolismo
Tempo de Restauração
Energética
Ação no Intervalo Capacidade Física
Correspondente
ATP 1 a 6`` (um estímulo) força explosiva
ATP-CP 1 a 30`` 30`` - 70%
1` - 80%
2 a 3` - 90%
4 a 5` - 100%
soltura
movimentar braços e pernas
andar
força explosiva
força dinâmica
velocidade
Glicolítico 30`` a 3` exercícios intervalados
intensos com pouca duração
30` - restauração significante
2 h – 39% ; 5 h – 53% e 24 h – 100%
exercícios contínuos de baixa
intensidade e longa duração
10 h – 60 % ; 48 h – 100%
exercícios de musculação e ginástica
localiza da
10 h – 60%; 24 a 48 h – 100%
andar rápido
andar rápido e movimentar os braços
trote a 44% do VO2 máx (melhor
intensidade para a remoção do AL)
resistência
muscular
localizada (RML)
resistência de alta
intensidade do tipo
3
Aeróbio 3` em diante 10 a 15`` (restauração curta)
1 a 5` (restauração média)
1 h ou vários dias (restauração longa)
soltura
movimentar braços e pernas
andar
andar e movimentar os braços
trote a 50% do VO2 máx (melhor
intensidade para manter o estímulo
de treinamento aeróbio)
resistência aeróbia
endurance muscular