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terça-feira, 26 de julho de 2011
TRABALHO 3º BIMESTRE
INDIVIDUAL
ENTREGUE VIA E-MAIL( cemjkef@live.com) OU IMPRESSO E ENCADERNADO
REGRAS DA ABNT
ARTIGO CIENTÍFICO
(REVISÃO DE LITERATURA, de 6 a 10 autores que versem sobre o tema )
1. TÍTULO EXPLICATIVO
2. AUTOR E SUAS ESPECIFICAÇÕES
3. ABSTRACT( RESUMO EM INGLÊS)
4. RESUMO EM PORTUGUÊS
5. INTRODUÇÃO( COMO, PORQUÊ A ESCOLHA DO TEMA)/ EM 3ª PESSOA( IMPESSOALIDADE)
6. CAPÍTULOS( ATÉ 5, TODOS COM TÍTULO , TEMA ESMIUÇADO)
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS( OPINIÃO PESSOAL)
8. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS( LIVROS E SITES)
SUGESTÃO DE TEMAS:
A. ALCOOLISMO E ESPORTE
B. EDUCAÇÃO FÍSICA NA IDADE ANTIGA
C. HABILIDADES MOTORAS
D. TREINAMENTO FÍSICO
E. QUALIDADES FÍSICAS
F. PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO
G. HISTÓRIA DO TREINAMENTO
H. JOGOS OLÍMPICOS
I. AVALIAÇÃO FÍSICA
J. ACOMPANHAMENTO NUTRICIONAL NO ESPORTE
K. LIMIAR AERÓBIO
L. LIMIAR ANAERÓBIO
M. LIMIAR DE LACTATO
N. FREQUÊNCIA CARDÍACA
O. POTÊNCIA E VELOCIDADE
P. EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
Q. PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
R. INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA
S. FORÇAS EXPLOSIVA, ESTÁTICA E DINÂMICA
T. FLEXIBILIDADE E ALONGAMENTO
U. CINESIOLOGIA
V. BIOMECÂNICA
W. CULTURA CORPORAL
X. CORPO E SOCIEDADE
Y. MÍDIA E CORPO
Z. DISTÚRBIOS PSICOALIMENTARES
AA. NUTRIÇÃO ESPORTIVA
BB. CULTURA ESPORTIVA
CC. FUTEBOL, RETRATO DO BRASIL; MITO OU VERDADE?
DD. ESPORTRES INDIVIDUAIS
EE. ESPORTES COLETIVOS
FF. PATROCÍNIO NO ESPORTE
GG. ESCOLA: PÁTIO OU PALCO?
HH. RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA
II. RESISTÊNCIA AERÓBIA E ANAERÓIA
JJ. EQUILÍBRIO E AGILIDADE
KK. COORDENAÇÃO MOTORA
LL. ESTDERÓIDES ANABOLIZANTES
MM. DESENVOLVIMENTO INFANTIL
NN. ADOLESCÊNCIA= TRANSFORMAÇÕES
DATAS DE ENTREGA:
1A:28 DE AGOSTO
1B:26 DE AGOSTO
1C:27 DE AGOSTO
1D:25 DE AGOSTO
INDIVIDUAL
ENTREGUE VIA E-MAIL( cemjkef@live.com) OU IMPRESSO E ENCADERNADO
REGRAS DA ABNT
ARTIGO CIENTÍFICO
(REVISÃO DE LITERATURA, de 6 a 10 autores que versem sobre o tema )
1. TÍTULO EXPLICATIVO
2. AUTOR E SUAS ESPECIFICAÇÕES
3. ABSTRACT( RESUMO EM INGLÊS)
4. RESUMO EM PORTUGUÊS
5. INTRODUÇÃO( COMO, PORQUÊ A ESCOLHA DO TEMA)/ EM 3ª PESSOA( IMPESSOALIDADE)
6. CAPÍTULOS( ATÉ 5, TODOS COM TÍTULO , TEMA ESMIUÇADO)
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS( OPINIÃO PESSOAL)
8. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICAS( LIVROS E SITES)
SUGESTÃO DE TEMAS:
A. ALCOOLISMO E ESPORTE
B. EDUCAÇÃO FÍSICA NA IDADE ANTIGA
C. HABILIDADES MOTORAS
D. TREINAMENTO FÍSICO
E. QUALIDADES FÍSICAS
F. PRINCÍPIOS DO TREINAMENTO
G. HISTÓRIA DO TREINAMENTO
H. JOGOS OLÍMPICOS
I. AVALIAÇÃO FÍSICA
J. ACOMPANHAMENTO NUTRICIONAL NO ESPORTE
K. LIMIAR AERÓBIO
L. LIMIAR ANAERÓBIO
M. LIMIAR DE LACTATO
N. FREQUÊNCIA CARDÍACA
O. POTÊNCIA E VELOCIDADE
P. EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
Q. PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA
R. INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA
S. FORÇAS EXPLOSIVA, ESTÁTICA E DINÂMICA
T. FLEXIBILIDADE E ALONGAMENTO
U. CINESIOLOGIA
V. BIOMECÂNICA
W. CULTURA CORPORAL
X. CORPO E SOCIEDADE
Y. MÍDIA E CORPO
Z. DISTÚRBIOS PSICOALIMENTARES
AA. NUTRIÇÃO ESPORTIVA
BB. CULTURA ESPORTIVA
CC. FUTEBOL, RETRATO DO BRASIL; MITO OU VERDADE?
DD. ESPORTRES INDIVIDUAIS
EE. ESPORTES COLETIVOS
FF. PATROCÍNIO NO ESPORTE
GG. ESCOLA: PÁTIO OU PALCO?
HH. RESISTÊNCIA MUSCULAR LOCALIZADA
II. RESISTÊNCIA AERÓBIA E ANAERÓIA
JJ. EQUILÍBRIO E AGILIDADE
KK. COORDENAÇÃO MOTORA
LL. ESTDERÓIDES ANABOLIZANTES
MM. DESENVOLVIMENTO INFANTIL
NN. ADOLESCÊNCIA= TRANSFORMAÇÕES
DATAS DE ENTREGA:
1A:28 DE AGOSTO
1B:26 DE AGOSTO
1C:27 DE AGOSTO
1D:25 DE AGOSTO
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Texto para prova
Notícias da Educação Física
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O que acontece com o ácido lático e como é o processo de sua remoção?
Posted: 23 Jun 2011 02:22 AM PDT
O ácido lático é removido do sangue e dos músculos durante a recuperação após um exercício exaustivo. Em geral, são necessários 25 minutos de repouso para remover a metade do ácido lático acumulado.
A fadiga surge após os exercícios nos quais se acumularam quantidades máximas de ácido lático, a recuperação plena implica na remoção desse ácido tanto do sangue quanto dos músculos esqueléticos que estiverem ativos durante o período precedente de exercícios.
Em geral pode-se dizer que são necessários 25 minutos de repouso-recuperação após um exercício máximo para se processar a remoção de metade do ácido lático acumulado, isso significa que cerca de 95% do ácido serão removido em 1 hora e 15minutos de repouso, após um exercício máximo.
O termo repouso-recuperação se dá pelo fato que o ácido lático é mais velozmente removido se a recuperação ativa em baixa intensidade for empregada após o exercício, do que se o individuo permanecer em repouso (inativo) logo após o exercício.
Durante um exercício submáximo, porém árduo, no qual o acúmulo de ácido lático não é tão grande, será necessário menos tempo para sua remoção durante a recuperação.
Em condições aeróbias, o ritmo de remoção do lactato por outros tecidos correspondentes ao seu ritmo de formação, resultando na ausência de qualquer acúmulo efetivo de lactato, isto é, a concentração sanguínea de lactato se mantêm estável. Somente quando a remoção não mantém parelismo a produção, o lactato acumula-se no sangue.
Existem 3 destinos possíveis para o ácido lático
- Excreção na urina no suor - sabe-se que o ácido lático é excretado na urina e no suor. Entretanto, a quantidade de ácido lático assim removido durante a recuperação após um exercício é negligencial.
- Conversão em glicose e/ou glicogênio - já que o ácido lático é um produto da desintegração dos carboidratos (glicose e glicogênio), pode ser transformado de novo em qualquer um desses compostos no fígado, na presença de energia ATP necessária, contudo, e como já dissemos, a ressintese do glicogênionos músculos e no fígado é extremamente lento, quando comparado com a remoção do ácido lático. Além disso, a magnitude das alterações nos sanguíneos de glicose durante a recuperação também é mínima, portanto, a conversão do ácido lático em glicose e glicogênio é responsável apenas por uma pequena fração do ácido lático removido.
- Oxidação / conversão em Co2 e H2o, o ácido lático pode ser usado como combustível metabólico para o sistema do oxigênio, predominantemente pelo músculo, porém o músculo cardíaco, o cérebro, o fígado e o rim também são capazes dessa função. Na presença de oxigênio o ácido lático é transformado primeiro em ácido pirúvico, e a seguir em Co2 e H2o no ciclo de krebs e no sistema de transporte de elétrons, respectivamente. É evidente que o ATP é ressintetizado em reações acopladas no sistema de transporte de elétrons.
O uso de ácido lático como combustível metabólico para o sistema aeróbio é responsável pela maior parte do ácido lático. É fornecida pelo oxigênio consumido durante a fase de recuperação lenta (intensidade de trabalho abaixo de 60% do Vo2).
Como podemos lidar com o ácido atiço e o que fazer para sustentar a intensidade do exercício na presença dele.
A capacidade de gerar altos níveis sanguíneos de lactato durante um exercício máximo aumenta com o treinamento anaeróbio especifico de velocidade-potência e, subseqüentemente, diminui com um mau condicionamento.
A manutenção de um baixo nível de lactato conserva também as reservas de glicogênio, o que permite prolongar a duração de um esforço aeróbio de alta intensidade.
Foi observado em pesquisas que, a elevação dos níveis de lactato nos indivíduos treinados quando exercitados agudamente foi significativamente menor que a observada nos sedentários. Tais resultados reproduzem os achados clássicos descritos na literatura, o que nos permite avaliar como eficazes, tanto na intensidade do exercício agudo na determinação de modificações no metabolismo energético, quanto a protocolos de treinamento físico na produção de adaptações orgânicas.
Em outras palavras, treinar para aumentar o limiar anaeróbio.
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O que acontece com o ácido lático e como é o processo de sua remoção?
Posted: 23 Jun 2011 02:22 AM PDT
O ácido lático é removido do sangue e dos músculos durante a recuperação após um exercício exaustivo. Em geral, são necessários 25 minutos de repouso para remover a metade do ácido lático acumulado.
A fadiga surge após os exercícios nos quais se acumularam quantidades máximas de ácido lático, a recuperação plena implica na remoção desse ácido tanto do sangue quanto dos músculos esqueléticos que estiverem ativos durante o período precedente de exercícios.
Em geral pode-se dizer que são necessários 25 minutos de repouso-recuperação após um exercício máximo para se processar a remoção de metade do ácido lático acumulado, isso significa que cerca de 95% do ácido serão removido em 1 hora e 15minutos de repouso, após um exercício máximo.
O termo repouso-recuperação se dá pelo fato que o ácido lático é mais velozmente removido se a recuperação ativa em baixa intensidade for empregada após o exercício, do que se o individuo permanecer em repouso (inativo) logo após o exercício.
Durante um exercício submáximo, porém árduo, no qual o acúmulo de ácido lático não é tão grande, será necessário menos tempo para sua remoção durante a recuperação.
Em condições aeróbias, o ritmo de remoção do lactato por outros tecidos correspondentes ao seu ritmo de formação, resultando na ausência de qualquer acúmulo efetivo de lactato, isto é, a concentração sanguínea de lactato se mantêm estável. Somente quando a remoção não mantém parelismo a produção, o lactato acumula-se no sangue.
Existem 3 destinos possíveis para o ácido lático
- Excreção na urina no suor - sabe-se que o ácido lático é excretado na urina e no suor. Entretanto, a quantidade de ácido lático assim removido durante a recuperação após um exercício é negligencial.
- Conversão em glicose e/ou glicogênio - já que o ácido lático é um produto da desintegração dos carboidratos (glicose e glicogênio), pode ser transformado de novo em qualquer um desses compostos no fígado, na presença de energia ATP necessária, contudo, e como já dissemos, a ressintese do glicogênionos músculos e no fígado é extremamente lento, quando comparado com a remoção do ácido lático. Além disso, a magnitude das alterações nos sanguíneos de glicose durante a recuperação também é mínima, portanto, a conversão do ácido lático em glicose e glicogênio é responsável apenas por uma pequena fração do ácido lático removido.
- Oxidação / conversão em Co2 e H2o, o ácido lático pode ser usado como combustível metabólico para o sistema do oxigênio, predominantemente pelo músculo, porém o músculo cardíaco, o cérebro, o fígado e o rim também são capazes dessa função. Na presença de oxigênio o ácido lático é transformado primeiro em ácido pirúvico, e a seguir em Co2 e H2o no ciclo de krebs e no sistema de transporte de elétrons, respectivamente. É evidente que o ATP é ressintetizado em reações acopladas no sistema de transporte de elétrons.
O uso de ácido lático como combustível metabólico para o sistema aeróbio é responsável pela maior parte do ácido lático. É fornecida pelo oxigênio consumido durante a fase de recuperação lenta (intensidade de trabalho abaixo de 60% do Vo2).
Como podemos lidar com o ácido atiço e o que fazer para sustentar a intensidade do exercício na presença dele.
A capacidade de gerar altos níveis sanguíneos de lactato durante um exercício máximo aumenta com o treinamento anaeróbio especifico de velocidade-potência e, subseqüentemente, diminui com um mau condicionamento.
A manutenção de um baixo nível de lactato conserva também as reservas de glicogênio, o que permite prolongar a duração de um esforço aeróbio de alta intensidade.
Foi observado em pesquisas que, a elevação dos níveis de lactato nos indivíduos treinados quando exercitados agudamente foi significativamente menor que a observada nos sedentários. Tais resultados reproduzem os achados clássicos descritos na literatura, o que nos permite avaliar como eficazes, tanto na intensidade do exercício agudo na determinação de modificações no metabolismo energético, quanto a protocolos de treinamento físico na produção de adaptações orgânicas.
Em outras palavras, treinar para aumentar o limiar anaeróbio.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Texto para prova
Princípios do Treino Desportivo
Posted: 27 May 2011 02:32 AM PDT
O treino desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, graduada de forma progressiva, individualizada, actuando especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com o objectivo de superar tarefas mais exigentes do que as habituais. É assim que Bompa (1983) define treino desportivo. Ele, como muitos outros autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos sobre o tema.
O treino desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treino seja eficaz.
Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treino:
Individualidade Biológica: a aplicação de cargas de treino respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;
Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objectivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;
Densidade: em todo o treino existem dois parâmetros – a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado antes, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reacção do organismo, ocorre a adaptação e a super compensação. Essa recuperação necessita um tempo de repouso, ou uma diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e super compensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se de densidade. A correcta utilização dessa relação determina a eficácia do treino.
Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do desporto trabalhado, o planeamento deve conter elementos específicos (objectivos, métodos, meios, etc.) para desenvolvimento das capacidades desse desporto;
Reversibilidade: a interrupção do processo de treino provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinos baseados na resistência e resistência de força, e mais lento para os treinos baseados na força explosiva e força máxima.
Iniciar um treino em qualquer nível não é tão simples quanto parece.
Tem que que haver um acompanhamento de um profissional, autorização médica, muita determinação e disciplina para atingir objectivos previamente definidos. Qualquer exercício tem que estar assente nos princípios do treino.
O primeiro principio do treino desportivo a ser analisado é o princípio da individualidade biológica que é a capacidade única dos seres vivos de responder ao agente que desencadeia o processo de stress.
Já o princípio da adaptação consiste em mudanças estruturais, funcionais e biológicas, geralmente irreversíveis, que passam de gerações para gerações. É a famosa genética, alguns têm maior facilidade de desenvolver uma capacidade física em comparação a outros, mesmo quando ambos utilizam o mesmo exercício.
O princípio desportivo da aclimação corresponde a mudanças estruturais reversíveis em função da imposição de estímulos não naturais ao organismo, ou seja, o exercício físico. São os resultados de um treino.
O princípio do treinamento desportivo da sobrecarga diz respeito à capacidade do exercício de ultrapassar as demandas fisiológicas, ou seja, os limites do corpo, obrigando o organismo a uma nova aclimação.
O princípio do treinamento desportivo da super compensação é a capacidade do organismo de aumentar as suas reservas energéticas após uma carga desgastante quase máxima, desde que seja submetido a um período de descanso suficiente.
O princípio do treinamento desportivo da especificidade está pautado na sua própria especificidade, ou seja, o treino deverá reflectir aquilo que queremos treinar ou melhorar. O princípio da continuidade diz que, a partir do momento em que deixamos de fazer uma certa atividade, o nosso desempenho não será igual naquela atividade.
Posted: 27 May 2011 02:32 AM PDT
O treino desportivo apresenta-se como uma atividade física de longa duração, graduada de forma progressiva, individualizada, actuando especificamente nas funções humanas, fisiológicas e psicológicas, com o objectivo de superar tarefas mais exigentes do que as habituais. É assim que Bompa (1983) define treino desportivo. Ele, como muitos outros autores, apresenta definições baseadas em inúmeros estudos científicos sobre o tema.
O treino desportivo, quando aplicado adequadamente, provoca no organismo humano, adaptações morfológicas e funcionais, elevando assim o nível de forma física do indivíduo. Para tanto, alguns princípios devem ser seguidos para que a aplicação desse treino seja eficaz.
Vamos tratar daqueles considerados fundamentais em qualquer processo de treino:
Individualidade Biológica: a aplicação de cargas de treino respeitando a individualidade biológica de cada indivíduo é uma regra. Encontramos atletas que recebem a mesma sobrecarga de trabalho e reagem, sofrem adaptações, completamente diferentes. Neste caso, até as recuperações são diferentes. Para atletas jovens, é importante considerar as fases de crescimento e desenvolvimento em que se encontram. Para todos, o estilo de vida também conta;
Sobrecarga: o primeiro passo para acertarmos na determinação da sobrecarga são os testes de avaliação. Eles nos indicam em que patamar de forma o atleta se encontra e como poderemos estabelecer o volume e a intensidade da sobrecarga aplicada. Conforme os objectivos do atleta e seu nível de forma, devemos programar as cargas quanto aos aspectos de qualidade (intensidade) e quantidade (volume) de forma gradual e crescente;
Densidade: em todo o treino existem dois parâmetros – a carga ou estímulo e a pausa ou recuperação. Como já mencionado antes, a carga produz um desajuste dos sistemas e durante a recuperação, por meio da reacção do organismo, ocorre a adaptação e a super compensação. Essa recuperação necessita um tempo de repouso, ou uma diminuição da carga, para produzir todos os efeitos regenerativos e super compensatórios. Essa relação temporal entre a aplicação da carga e a recuperação denomina-se de densidade. A correcta utilização dessa relação determina a eficácia do treino.
Especificidade: outra regra bastante clara: se aplicarmos cargas de resistência, o atleta melhora a resistência. Neste caso, considerando as características próprias do desporto trabalhado, o planeamento deve conter elementos específicos (objectivos, métodos, meios, etc.) para desenvolvimento das capacidades desse desporto;
Reversibilidade: a interrupção do processo de treino provoca reversão dos efeitos obtidos ao longo do tempo. Essa perda apresenta um ritmo mais rápido para os treinos baseados na resistência e resistência de força, e mais lento para os treinos baseados na força explosiva e força máxima.
Iniciar um treino em qualquer nível não é tão simples quanto parece.
Tem que que haver um acompanhamento de um profissional, autorização médica, muita determinação e disciplina para atingir objectivos previamente definidos. Qualquer exercício tem que estar assente nos princípios do treino.
O primeiro principio do treino desportivo a ser analisado é o princípio da individualidade biológica que é a capacidade única dos seres vivos de responder ao agente que desencadeia o processo de stress.
Já o princípio da adaptação consiste em mudanças estruturais, funcionais e biológicas, geralmente irreversíveis, que passam de gerações para gerações. É a famosa genética, alguns têm maior facilidade de desenvolver uma capacidade física em comparação a outros, mesmo quando ambos utilizam o mesmo exercício.
O princípio desportivo da aclimação corresponde a mudanças estruturais reversíveis em função da imposição de estímulos não naturais ao organismo, ou seja, o exercício físico. São os resultados de um treino.
O princípio do treinamento desportivo da sobrecarga diz respeito à capacidade do exercício de ultrapassar as demandas fisiológicas, ou seja, os limites do corpo, obrigando o organismo a uma nova aclimação.
O princípio do treinamento desportivo da super compensação é a capacidade do organismo de aumentar as suas reservas energéticas após uma carga desgastante quase máxima, desde que seja submetido a um período de descanso suficiente.
O princípio do treinamento desportivo da especificidade está pautado na sua própria especificidade, ou seja, o treino deverá reflectir aquilo que queremos treinar ou melhorar. O princípio da continuidade diz que, a partir do momento em que deixamos de fazer uma certa atividade, o nosso desempenho não será igual naquela atividade.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Bom trabalho, espero que outros venham...
O vídeo postado ao lado na barra de vídeo, foi um trabalho apresentado pelo grupo "d" do 1º D O tema do trabalho foi o respeito ao próprio corpo e o uso indevido de drogas.
Espero em breve postar outros, boas idéias a todos!!
Espero em breve postar outros, boas idéias a todos!!
TEXTO ELUCIDATIVO SOBRE LESÕES NO ESPORTE/ SITE FAÇAFISIOTERAPIA.NET
Nenhuma atividade é tão necessária e, ao mesmo tempo, tão prazerosa como a atividade física esportiva. Difícil mesmo é ter de interrompê-la por lesão produzida em situação comum nessa prática. Na maioria das vezes, no entanto, é fácil evitá-la ou mesmo tratá-la de forma correta.
Lesões
As lesões traumáticas na prática da atividade física esportiva podem ser divididas em dois tipos: as crônicas, que são aquelas decorrente da constante repetição do gesto característico de um determinado esporte, e as agudas, que advêm em conseqüência de trauma instantâneo, direto ou indireto.
Contusões
Das lesões agudas, as contusões são as mais freqüentes. Podem ser definidas como sendo originárias de um trauma direto, sem que este provoque ferimento na pele, como nas quedas, nos chutes e nas "pancadas". Muitas vezes, o termo "contusão" é utilizado como sinônimo de luxação e lesão grave, considerado como situação de emergência por colocar em risco uma articulação.
Freqüentes no futebol, esporte coletivo mais praticado no mundo, as contusões são a expressão científica para a "paulistinha" ou o "tostão", lesão bastante dolorosa causada por chute na coxa e que, dependendo da intensidade, pode representar o fim da participação no esporte naquele momento.
Estas sim merecem atenção maior no atendimento médico rápido e especializado.
Independentemente do tipo de trauma e no instante de sua ocorrência, o movimento deve ser interrompido, o segmento afetado imobilizado, o membro elevado e a aplicação de gelo feita no local do trauma, de modo a diminuir o sangramento e a formação de hematoma.
As contusões expressam-se em diferentes graus de gravidade, todos relacionados à violência do trauma:
leves – quando não tiram do segmento afetado a capacidade de movimentação e provocam pouca dor, dispensando maiores cuidados e resolvendo-se em poucos dias;
graves – estão associadas ao maior comprometimento dos diversos tecidos atingidos, provocando incapacidade funcional, mesmo que temporária, e conseqüente interrupção do movimento.
Entorses
Pouco menos freqüentes que as contusões, as entorses ocorrem principalmente nas articulações dos membros inferiores.
São definidas como lesão de um ou mais ligamentos quando a articulação é movimentada em amplitude maior que a normal, porém, sem causar luxação ou fratura.
A articulação mais acometida por essa lesão traumática aguda é o tornozelo, seguido pelo joelho. As entorses acontecem em variados esportes, como futebol, basquete, tênis e voleibol, todos populares e muito praticados em nosso meio.
Sua ocorrência está relacionada ao tipo de superfície em que o esporte é praticado a à capacidade de gerar atrito com a interface entre ela e o praticante, ou seja, o calçado esportivo utilizado. Quanto mais irregular o piso e maior o atrito gerado, maior a solicitação dos ligamentos e a probabilidade de ocorrer uma entorse nas articulações dos membros inferiores. As superfícies recobertas por materiais sintéticos produzem maior atrito, havendo também naturais irregularidades pela má conservação geralmente dispensada.
Como as contusões, as torções também são classificadas e tratadas de acordo com o grau de gravidade identificado. No entanto, por serem uma lesão exclusiva de estrutura delicada como as articulações, inspiram cuidados maiores, mesmo nos graus mais leves: interromper o movimento e procurar ajuda médica para aplicação do correto tratamento pode ser a atitude certa para evitar que um tornozelo sadio torne-se instável e dolorido.
Um bom condicionamento físico, precedido de avaliação e prescrição de treinamento direcionadas ao esporte de escolha, pode representar a diferença entra a saúde e a doença para aqueles que praticam atividades física regular, esportiva ou não.
Sabemos que os acidentes acontecem. Nessa eventualidade, interrompa a atividade, imobilize, proteja a região atingida, retire a carga sobre a articulação afetada e procure seu médico de confiança. O uso de gelo no local traumatizado, de analgésicos e antiinflamatórios pode minimizar os efeitos e produzir conforto até que seja instituído o atendimento e o tratamento definitivo.
Lesões
As lesões traumáticas na prática da atividade física esportiva podem ser divididas em dois tipos: as crônicas, que são aquelas decorrente da constante repetição do gesto característico de um determinado esporte, e as agudas, que advêm em conseqüência de trauma instantâneo, direto ou indireto.
Contusões
Das lesões agudas, as contusões são as mais freqüentes. Podem ser definidas como sendo originárias de um trauma direto, sem que este provoque ferimento na pele, como nas quedas, nos chutes e nas "pancadas". Muitas vezes, o termo "contusão" é utilizado como sinônimo de luxação e lesão grave, considerado como situação de emergência por colocar em risco uma articulação.
Freqüentes no futebol, esporte coletivo mais praticado no mundo, as contusões são a expressão científica para a "paulistinha" ou o "tostão", lesão bastante dolorosa causada por chute na coxa e que, dependendo da intensidade, pode representar o fim da participação no esporte naquele momento.
Estas sim merecem atenção maior no atendimento médico rápido e especializado.
Independentemente do tipo de trauma e no instante de sua ocorrência, o movimento deve ser interrompido, o segmento afetado imobilizado, o membro elevado e a aplicação de gelo feita no local do trauma, de modo a diminuir o sangramento e a formação de hematoma.
As contusões expressam-se em diferentes graus de gravidade, todos relacionados à violência do trauma:
leves – quando não tiram do segmento afetado a capacidade de movimentação e provocam pouca dor, dispensando maiores cuidados e resolvendo-se em poucos dias;
graves – estão associadas ao maior comprometimento dos diversos tecidos atingidos, provocando incapacidade funcional, mesmo que temporária, e conseqüente interrupção do movimento.
Entorses
Pouco menos freqüentes que as contusões, as entorses ocorrem principalmente nas articulações dos membros inferiores.
São definidas como lesão de um ou mais ligamentos quando a articulação é movimentada em amplitude maior que a normal, porém, sem causar luxação ou fratura.
A articulação mais acometida por essa lesão traumática aguda é o tornozelo, seguido pelo joelho. As entorses acontecem em variados esportes, como futebol, basquete, tênis e voleibol, todos populares e muito praticados em nosso meio.
Sua ocorrência está relacionada ao tipo de superfície em que o esporte é praticado a à capacidade de gerar atrito com a interface entre ela e o praticante, ou seja, o calçado esportivo utilizado. Quanto mais irregular o piso e maior o atrito gerado, maior a solicitação dos ligamentos e a probabilidade de ocorrer uma entorse nas articulações dos membros inferiores. As superfícies recobertas por materiais sintéticos produzem maior atrito, havendo também naturais irregularidades pela má conservação geralmente dispensada.
Como as contusões, as torções também são classificadas e tratadas de acordo com o grau de gravidade identificado. No entanto, por serem uma lesão exclusiva de estrutura delicada como as articulações, inspiram cuidados maiores, mesmo nos graus mais leves: interromper o movimento e procurar ajuda médica para aplicação do correto tratamento pode ser a atitude certa para evitar que um tornozelo sadio torne-se instável e dolorido.
Um bom condicionamento físico, precedido de avaliação e prescrição de treinamento direcionadas ao esporte de escolha, pode representar a diferença entra a saúde e a doença para aqueles que praticam atividades física regular, esportiva ou não.
Sabemos que os acidentes acontecem. Nessa eventualidade, interrompa a atividade, imobilize, proteja a região atingida, retire a carga sobre a articulação afetada e procure seu médico de confiança. O uso de gelo no local traumatizado, de analgésicos e antiinflamatórios pode minimizar os efeitos e produzir conforto até que seja instituído o atendimento e o tratamento definitivo.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
2º bimestre
Pessoal, esse bimestre estaremos bastante dedicados às nossas atividades práticas e de apresentação de aulas teóricas e vídeos...portanto não teremos atividades AVALIATIVAS, somente de complementação, ok?
As fotos e os vídeos estão também na página Digumes Picasa, é só acessar!
As fotos e os vídeos estão também na página Digumes Picasa, é só acessar!
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